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sábado, 5 de maio de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
CIENTISTAS CRIARAM FIBRAS ORGÂNICAS QUE ALTO SE CONSTROEM
Cientistas criam fibras orgânicas que se constroem sozinhas
Paris, 22 abr (EFE).- Duas equipes de pesquisadores franceses conseguiram criar nanofibras orgânicas com múltiplas utilidades no campo da microeletrônica capazes de construir-se por si próprias, o que permite reduzir os custos para sua produção, anunciou neste domingo o Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS) da França.
O experimento, realizado por especialistas do CNRS e da Universidade de Estrasburgo, mostra que as fibras, de poucos nanômetros de espessura, se reproduzem simplesmente com a aplicação de um flash luminoso, processo muito mais simples e barato que o empregado para fabricar outros materiais como os nanotubos de carbono.
"A vantagem destes novos filamentos é que reúnem o bom dos dois materiais condutores de eletricidade (os polímeros orgânicos plásticos e os metais): são leves e flexíveis como os primeiros e conduzem a eletricidade quase como os segundos", explicou à Agência Efe um dos autores do estudo, Nicolas Giuseppone.
A equipe do CNRS já tinha conseguido obter em 2010 este tipo de nanofibra ao modificar quimicamente moléculas de sínteses, as chamadas triaryl-aminas, utilizadas há décadas para produzir um tipo de fotocópia.
Porém, as propriedades condutoras dos novos filamentos não haviam sido evidenciadas até agora.
Ao lado de Bernad Doudin e seu grupo de pesquisadores da Universidade de Estrasburgo, Giuseppone pôs as novas moléculas em contato com um microcircuito eletrônico composto por eletrodos de ouro e aplicou um campo elétrico entre elas.
O experimento revelou, por um lado, que as fibras se construíam "por si só no lugar correto" entre os eletrodos, o que permitia poupar a manipulação dos componentes, algo "muito complicado em tão pequena escala", segundo Giuseppone.
Além disso, mostrou que os filamentos eram capazes de transmitir densidades de corrente "extraordinárias", muito similares às do cobre, algo "extremamente importante e raro", ressaltou o cientista, dada a má condutividade geral dos componentes orgânicos.
Agora, os pesquisadores buscam comprador para este novo material, que poderia integrar-se à escala industrial em aparelhos eletrônicos como telas flexíveis, células solares, transistores e nanocircuitos impressos, entre outros, com um custo e um peso inferior aos habituais. EFE
BRASILEIROS MILIONÁRIOS NA INTERNET
Brasileiros fazem fortuna com novas ideias na internet
Tudo mudou com a nova geração, nascida no final dos anos 80 e começo dos 90, que praticamente se alfabetizou depois de a internet ter se popularizado. Entre esses jovens, dois brasileiros fizeram uma fortuna que estaria nos sonhos até mesmo de craques do Barcelona.
Eduardo Saverin foi o primeiro deles, ao transformar-se em cofundador do Facebook. Segundo a revista Forbes, ele integra a lista dos bilionários mundiais. Outro novo milionário do mundo digital é o brasileiro Mark Krieger, que estampou as capas do New York Times e do Wall Street Journal na semana passada, depois de vender o Instagram, um aplicativo de compartilhamento de fotos no celular, justamente para a gigante rede social.
Por ter 10% da empresa, Krieger, criado num condomínio de Alphaville, ou brasileiro "by birth", como ele se descreve no Twitter, tem agora cerca de US$ 100 milhões entre dinheiro e ações do Facebook, a nova proprietária do Instagram.
Mark Krieger, à direita, conversa com o CEO Kevin Systrom, à esquerda e com o engenheiro Shayne Sweeney (Foto: …Em comum, os dois estudaram em algumas das universidades mais renomadas do mundo. Saverin se graduou em Harvard, onde fundou o Facebook com Mark Zuckerberg. Krieger é de Stanford, na Califórnia. Ele ainda vive no Vale do Silício, onde o cofundador do Facebook também já viveu.
Muitos brasileiros dessa nova geração têm se mudado para os Estados Unidos em busca do sonho de conseguir o mesmo sucesso de Saverin e de Krieger. Como os dois, também ingressam em universidades de renome e acabam indo para a Califórnia não para surfar ou ser artista de cinema, como os jovens do passado, mas para tentar ser o próximo prodígio do mercado tecnológico, criando um produto que encante o mundo.
No topo dessa lista está a brasileira Bel Pesce, que nasceu em uma família de classe média de São Paulo e estudou no colégio Etapa. Foi aceita no MIT e, de cara, precisou lidar com o seu primeiro problema: pagar a anuidade de cerca de US$ 40 mil. Como seus pais não podiam ajudá-la, ela trabalhou em empresas como Google, Microsoft e Deutsch Bank, além dos departamentos de Matemática e Economia do MIT e no prestigioso Media Lab.
Hoje, Bel vive no Vale do Silício e comanda o Lemon, um aplicativo para celulares que serve para organizar os gastos. "Observamos que os smartphones mudaram o comportamento das pessoas de muitas maneiras", disse Bel. Ela exemplifica: "Não há mais necessidade de carregarmos uma câmera, mas, por outro lado, ainda carregamos carteiras cheias de recibos, cartões e muito mais, por isso acreditamos que o celular poderá se transformar em uma carteira inteligente, com muito mais recursos"
NASA LANÇA FRANGO NO ESPAÇO!
Nasa lança frango de borracha na estratosfera para estudar radiação solar
As crianças presenciaram o brinquedo subir, com um balão de gás hélio, juntamente com sensores de radiação, GPS, câmeras, termômetro, insetos e sementes de girassol. O balão estourou quando atingiu a altura de 40 quilômetros, mas Camilla estava de paraquedas e trouxe o material para análise em segurança.
Apesar do lançamento ter sido divulgado somente agora, ele foi feito em março, quando ocorreu a tempestade solar que trouxe altos níveis de radiação à Terra.
FESTIVAL DE HEAVY METAL SEM PROFISSIONALISMO!
Fiasco de festival de heavy metal expõe ao mundo desrespeito e amadorismo no Brasil
Durante o último final de semana, recebi centenas de mensagens por e-mail e pelas redes sociais pedindo que eu comentasse tudo o que aconteceu no Metal Open Air.
O que deveria ter sido um dos maiores festivais deheavy metal da história brasileira — ainda mais por acontecer em uma capital totalmente fora do circuito de grandes shows internacionais, como é o caso de São Luís (MA) - acabou se tornando um 'mico internacional' por conta de sua estrutura pateticamente precária, do misto de desorganização/má-fé/arrogância de seus produtores e, principalmente, pela total ausência de profissionalismo e respeito em relação ao público.
Isto levou ao cancelamento das apresentações de 2/3 das bandas nacionais e internacionais escaladas, como Saxon Anthrax, Venom, Blind Guardian, Grave Digger, aquele "Rock n' Roll Stars" capitaneado pelo Gene Simmons, Ratos de Porão, Matanza e muitos outros. O terceiro e último dia do festival sequer aconteceu, já que toda a estrutura de som e palco começou a ser desmontada no dia anterior, no meio do evento, algo inacreditável para quem lida com eventos com um mínimo de seriedade.
Como não estive presente ao evento e sequer acompanhei alguma matéria decente a respeito de toda a confusão por parte das emissoras de TV, tudo o que você vai ler aqui foi baseado nas informações que levantei com fontes fidedignas, que estavam lá e presenciaram algo que parecia uma mistura de marcha de zumbis com procissões de devotos de algum hipotético "deus do heavy metal".
Confesso que mesmo defendendo a tese de que todo fã é um idiota, fiquei imensamente consternado ao ver fotos e imagens deheadbangers no local do evento, um tal de Parque da Independência, escovando os dentes e tomando banho em gigantescos bebedouros para animais, armando suas barracas de camping no meio das fezes, dentro de um estábulo. Para quem vivenciou isto, deve ter sido uma humilhação inesquecível...
Este fiasco será lembrado por muito tempo como um exemplo do que não fazer na hora de organizar qualquer evento de qualquer porte. Para se ter uma ideia do caos causado pela irresponsabilidade das duas empresas envolvidas no evento, o pessoal que trabalharia nas barracas de alimentação abandonou o evento logo no primeiro dia, muita gente entrou no local sem ingresso e com garrafas de vidro, algo totalmente proibido em eventos deste tipo. Nos estábulos e por todo o local dos shows proliferavam 'gambiarras' elétricas, daquelas que poderiam causar um curto-circuito a qualquer instante e matar todo mundo eletrocutado.
Não havia segurança revistando as pessoas — toda a equipe foi embora logo no primeiro dia por falta de pagamento. Quem quisesse poderia ter entrado armado no evento e não teria sido barrado. Muita gente foi roubada — uma grande quantidade de carteiras vazias foi encontrada no chão após o show do Megadeth na sexta feira. As pessoas ficaram sem banheiro, sem água e sem comida. Tem gente que ainda está lá acampada, sem ter como voltar para suas casas, pois foram furtadas dentro do próprio "camping" lotado de insetos e fezes de animais.
Foi preciso que uma equipe do Órgão de Defesa do Consumidor do Maranhão conseguisse a doação de sanduíches por parte de um supermercado local para que as pessoas que lá ficaram — porque tiveram dinheiro e documentos furtados durante o festival - pelo menos comessem um lanche antes de voltar para seus Estados, como se fossem indigentes recém libertados de um campo de concentração. Um absurdo total!
Como é que estes produtores acharam que poderiam fazer um festival com QUARENTA bandas sem ter a mínima condição financeira para isto? Como foi possível alguns zé-ruelas pensarem em viabilizar um troço destes sem grana para tal? Um destes produtores chegou a postar no Twitter a delicada mensagem "vão se foder" para aqueles que criticavam as péssimas condições no evento logo no primeiro dia. Só que o fracasso do evento agora faz com que seus organizadores joguem a culpa uns sobre os outros, buscando se livrarem das acusações.
O fato de que até agora nenhum dos envolvidos na produção desta patuscada tenha vindo a público esclarecer a maneira como o dinheiro de quem pagou será devolvido faz crer que quem esteve presente vai ter uma dor de cabeça desgraçada para ser ressarcido não apenas em relação ao que gastou, mas ao dano moral sofrido com as condições degradantes lá encontradas.
Fiquei até mesmo espantado em ver que uma das empresas, que promoveu também a apresentação de algumas das bandas do MOA em São Paulo, fez uma 'promoção' para os shows na capital paulista: quem se apresentasse com a pulseira do festival poderia trocá-la por um ingresso para assistir Blind Guardian, Grave Digger e Shaman no Credicard Hall. Precisa ser muito otário para engolir esta proposta, já que, com isso, o usuário se livraria de uma prova importante que pode ser anexada a um futuro processo contra esta mesma empresa. Sem contar os três shows horrorosos, mas isto já é outra história...
Os organizadores simplesmente soltaram "notas de esclarecimento e desculpas" pela imprensa e sumiram, a ponto de sequer terem sido localizados pelo Ministério Público, que tem a obrigação de abrir um inquérito civil e outro policial para cancelar os registros destas duas produtoras — a saber: Lamparina e a Negri Concerts — e também para que respondam por crimes contra o consumidor e estelionato. E que cada pessoa lesada entre com ações individuais contra estas empresas e seus proprietários/sócios. Os responsáveis por isto não podem mais atuar no mercado. Simples assim.
E que ninguém venha com o papo preconceituoso de que o festival naufragou porque foi feito no Nordeste, no Norte e o escambau a quatro. Estão aí os festivais Abril Pro Rock e Se Rasgum, que rolam naquelas regiões há muitos anos com uma organização que beira o impecável - os dois produtores do MOA são da região Sudeste, um paulista e outro carioca. E mais uma coisa: o Brasildefinitivamente se tornou uma confiável — e rentável — rota de shows internacionais, e não vai ser uma trapalhada deste porte que vai atrapalhar a vinda de atrações para cá.
O fato de grande parte das bandas terem cancelado suas apresentações só evidencia o caráter profissional de cada uma delas e a tenebrosa realidade de quem tem que lidar com produtores picaretas o tempo todo. Algumas bandas nacionais que se apresentaram — Almah e Shaman, por exemplo - tocaram de graça. Isto mesmo: de graça! Por quê? Para ficarem 'de bem' com o público, com sites e revistas especializadas, produtores? Para mim, isto é inconcebível...
Onde estão agora os arautos da defesa do heavy metal nacional neste momento, notadamente os senhores Thiago Bianchi e Edu Falaschi, vocalistas do Shaman e Angra/Almah respectivamente, que não se cansam de ofender os fãs do estilo e a nossa inteligência em geral com declarações patéticas? Onde estão as revistas, blogs e mídias ditas 'especializadas' para comentar as barbaridades que lá ocorreram? Ou ninguém quer escrever e falar nada com medo de perder credenciamentos para futuros shows que venham a ser promovidos pelas empresas em questão — se é que as mesmas continuarão a existir depois do MOA. Espero que esta turma não venha com os papinhos "pelo menos as pessoas lá viram algumas bandas internacionais", "mal ou bem, o evento aconteceu" ou "quem critica está torcendo contra a cena do metal nacional" e outras babaquices.
Fiquemos todos atentos para ver quem vai ficar em cima do muro e - pior - e se omitir nesta história...
terça-feira, 10 de abril de 2012
MULHER ESCREVE LIVRO COM A BOCA!
Mulher vítima de paralisia infantil lança livro escrito com a boca
Eliana Zagui vive há 36 anos na unidade de ortopedia do hospital desde que a poliomielite lhe causou graves paralisias que lhe impedem de movimentar-se e respirar sozinha.
No hospital que virou seu lar, Eliana lança o livro "Pulmão de Aço - Uma vida no maior hospital do Brasil", da Belaletra Editora, memórias que escreveu usando uma caneta amarrada a uma espátula e mais adiante no computador.
O livro, de 240 páginas, cujo título saiu de uma máquina inventada em 1920 na qual colocavam as pessoas com insuficiência respiratória, narra as experiência da paciente no hospital e as poucas vezes que saiu dali.
"Nós nos apegávamos um ao outro, como numa grande família. Era a única maneira de suportar aquilo tudo", lembrou Eliana.
Entre todos eles, só sobreviveram a própria Eliana e Paulo Machado, de 43 anos, que divide o quarto com a amiga e cuja história também aparece no livro.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) criou em 1988 a Iniciativa Mundial pela Erradicação da Pólio, um programa que reduziu a incidência desta doença em 99%.
APRESENTADORA SÕNIA ABRÃO COM FOTOS SENSUAIS
Vaza suposta foto sensual da apresentadora Sônia Abrão
Está
rolando na internet uma suposta foto da apresentadora Sônia Abrão em
pose sensual. Na imagem ela aparece apenas com roupa íntima.
Será que ela quer abandonar a carreira de apresentadora e virar modelo?
Livro pra fumar
Rapper lança livro para ser fumado
"Vou folhear, mas não vou acender agora". A letra criada por Bezerra da Silva poderia muito bem ser aplicada ao livro criado pelo rapper Snoop Dogg com as letras de suas músicas.
Tudo isso porque as folhas do livro são feitas com a nova linha de papel de seda promovida pelo cantor. Já a lateral do livro lembra uma caixa de fósforo e a área é mesmo para ser utilizada para "acender as folhas". Além disso, as folhas são facilmente destacáveis e a impressão foi feita com tinta não-tóxica.
O desenho e o material da capa aludem à maconha, uma vez que são feitos de cânhamo. O livro deverá ser lançado durante o festival Coachella, um dos eventos musicais mais famosos do planeta. (vi no @Comunicadores - dica da @vanessa_aguiar)
sexta-feira, 6 de abril de 2012
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