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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Ficou melhor jogar!

Tablet traz joysticks acoplados para usuário jogar videogame

'Project Fiona' é tablet com processador i7, da Intel. Protótipo não tem previsão para chegar às lojas.

Um projeto surgido a partir de uma parceria entre Nvidia e Intel mostrou a integração dos controles de videogame com os tablets, levando a mesma experiência dos jogos nos consoles tradicionais para os computadores superportáteis.
Chamado de 'Project Fiona', o aparelho é um tablet com tela sensível ao toque de 10,1 polegadas, equipado com 'joysticks' e que funciona com um moderno processador Intel i7 -- com a configuração, é possível jogar diversos games.
Os controles do protótipo têm duas alavancas analógicas, oito botões de ação (quatro em cada lado) e quatro botões de ombro (dois em cada lado). Em conjunto com o processador, o tablet consegue substituir o PC para rodar jogos mais pesados e permitir controles precisos.
Usar os controles para jogar games no tablet se mostra bastante natural para quem já está acostumado a jogar videogame. O fato estranho é que os controles estão presos no tablet e o usuário não consegue retirá-los para, por exemplo, ler um livro digital.
De acordo com a Intel, o Project Fiona não tem data para chegar às lojas.

Saudades de Elis!

Nesta quinta-feira, 19 de janeiro, a morte da cantora completa 30 anos. Elis foi uma das principais intérpretes da história da música brasileira e gravou clipes de alguns dos seus maiores sucessos para o Fantástico. Em homenagem à “Pimentinha”, apelido criado pelo poeta Vinícius de Moraes, separamos algumas dessas apresentações e reportagens sobre a cantora que foram ao ar no Show da Vida.

Assessores não, pistoleiros sim!!!!!!!!!!

assessores são condenados pela Chacina da Gruta

Ex-deputado pega 103 anos.
Foram três dias intensos de um julgamento que foi acompanhado em todo o Brasil, mas por volta da quatro horas da manhã desta quinta-feira os jurados decidiram que José Alexandre Santos, vulgo Zé Piaba, Jadielson Barbosa da Silva, Alécio César Alves Vasco, Mendonça Medeiros, foram os autores materiais, e o médico Talvane Albuquerque, foi o mandante do crime que vitimou Ceci Cunha, Juvenal da Cunha, Iran Carlos Pureza, e Ítala Pureza, em um episódio nacionalmente conhecido como Chacina da Gruta.
De acordo com o juiz Andre Granja as provas foram suficientes para provar que os envolvidos cometeram o crime a mando do ex-deputado Talvane Albuquerque, tendo como motivação o fato do deputado, que era primeiro suplente, tentar assumir o cargo.
Granja disse ainda que o crime foi cometido de forma fria e brutal e sem chance de defesa, sendo utilizado armas de grosso calibre, tendo os responsáveis invadido um ambiente familiar dispostos a matar qualquer pessoa que ali estivesse.
Penas dos acusados
Jadielson Barbosa foi condenado a 25 anos de prisão pela materialidade da morte de Ceci Cunha, e 26 anos e oito meses pela materialidade de cada um dos assassinatos de Juvenal da Cunha, Iran Carlos Pureza e Ítala Pureza. Impondo o que é acordado pelo artigo 69, ele foi condenado cumulativamente a 105 anos de prisão, sendo cumprido em regime fechado.
Alécio César Vasco, foi condenado a 20 anos e 10 meses de prisão pela materialidade da morte de Ceci Cunha, e 22 anos, 1 mês e 20 dias pela materialidade de cada um dos assassinatos de Juvenal da Cunha, Iran Carlos Pureza e Ítala Pureza. Impondo o que é acordado pelo artigo 69, ele foi condenado cumulativamente a 87 anos e três meses de prisão, sendo cumprido em regime fechado.
José Alexandre dos Santos, foi condenado a 25 anos de prisão pela materialidade da morte de Ceci Cunha, e 20 anos e 6 meses pela materialidade de cada um dos assassinatos de Juvenal da Cunha, Iran Carlos Pureza e Ítala Pureza. Impondo o que é acordado pelo artigo 69, ele foi condenado cumulativamente a 105 anos de prisão, sendo cumprido em regime fechado
Mendonça Medeiros, foi condenado a 17 anos e 6 meses de prisão pela materialidade da morte de Ceci Cunha, e 20 anos de prisão pela materialidade de cada um dos assassinatos de Juvenal da Cunha, Iran Carlos Pureza e Ítala Pureza. Impondo o que é acordado pelo artigo 69, ele foi condenado cumulativamente a 75 anos e sete meses de prisão, sendo cumprido em regime fechado
Talvane Albuquerque foi condenado a 23 anos e 4 meses por encomendar, contratar e financiar a morte da então deputada federal Ceci Cunha e a 26 anos e 8 meses, pela autoria de cada um dos assassinatos de Juvenal da Cunha, Iran Carlos Pureza e Ítala Pureza. Impondo o que é acordado pelo artigo 69, ele foi condenado cumulativamente a 103 anos e quatro meses de prisão, sendo cumprido em regime fechado
Vejas as tipificações nos crimes de cada um dos réus
Em relação aos homicídios de Ceci Cunha, Juvenal da Cunha, Iran Carlos Pureza, Ítala Pureza, o acusado Jadielson Barbosa da Silva, foi condenado de co-autoria, qualificando o homicídio como torpe, sem chance de defesa e mediante recompensa financeira, assegurando a impunidade de outro crime, condenado por homicídio qualificado de acordo com o artigo 121, parágrafo 2º, inciso 1,4 e 5 do Código Penal Brasileiro
Em relação aos homicídios de Ceci Cunha, Juvenal da Cunha, Iran Carlos Pureza, Ítala Pureza, o acusado Alécio César Alves, foi condenado de materialidade do crime em participação de menor importância, qualificando o homicídio como torpe, sem chance de defesa e mediante recompensa financeira, assegurando a impunidade de outro crime, condenado por homicídio qualificado de acordo com o artigo 121, parágrafo 2º, inciso 1,4 e 5 do Código Penal Brasileiro
Em relação aos homicídios de Ceci Cunha, Juvenal da Cunha, Iran Carlos Pureza, Ítala Pureza, o acusado José Alexandre Santos, foi condenado de materialidade do crime, qualificando o homicídio como torpe, sem chance de defesa e mediante recompensa financeira, assegurando a impunidade de outro crime, condenado por homicídio qualificado de acordo com o artigo 121, parágrafo 2º, inciso 1,4 e 5 do Código Penal Brasileiro
Em relação aos homicídios de Ceci Cunha, Juvenal da Cunha, Iran Carlos Pureza, Ítala Pureza, o acusado Mendonça Medeiros, foi condenado de materialidade do crime em participação de menor importância, qualificando o homicídio como torpe, sem chance de defesa e mediante recompensa financeira, assegurando a impunidade de outro crime, condenado por homicídio qualificado de acordo com o artigo 121, parágrafo 2º, inciso 1,4 e 5 do Código Penal Brasileiro
Em relação aos homicídios de Ceci Cunha, Juvenal da Cunha, Iran Carlos Pureza, Ítala Pureza, o acusado Talvane Albuquerque, foi condenado de materialidade do crime, qualificando o homicídio como torpe, para garantir para si o mandato de deputado federal,sem chance de defesa e mediante recompensa financeira, assegurando a impunidade de outro crime, condenado por homicídio qualificado de acordo com o artigo 121, parágrafo 2º, inciso 1,4 e 5 do Código Penal Brasileiro
O Julgamento
Na última segunda-feira (16), primeiro dia de julgamento dos acusados de participação na morte da deputada federal, Ceci Cunha, de seu marido e mais dois parentes, testemunhas de defesa e acusação foram ouvidas pelo juiz André Granja, no Fórum da Justiça Federal, localizado na Serraria.
No banco dos réus estavam José Alexandre Santos, vulgo Zé Piaba, Jadielson Barbosa da Silva, Alécio César Alves Vasco, Mendonça Medeiros, que seriam os autores materiais, e o médico Talvane Albuquerque, acusado de ser o mandante do crime.
No auditório do tribunal do júri, parentes das vítimas, políticos e jornalistas de todo o país acompanharam os depoimentos, entre eles o da irmã de Ceci Cunha, e única sobrevivente da chacina da Gruta, Claudinete Santos Maranhão, que também perdeu o marido no episódio. Ela reconheceu Jadielson Barbosa como um dos executores.
Claudinete estava em um dos quartos da casa e teria ouvido um dos assassinos dizer a frase: “a deputada é esta" e em seguida, efetuar os disparos de espingarda. Eles chegaram em um veículo de cor escura. Para ela, o crime teve conotação política e beneficiaria Talvane Albuquerque, suplente de Ceci na Câmara Federal.
Defesa
Entre as testemunhas de defesa de José Alexandre estava Edmilson Gomes de Novaes, que se contradisse durante depoimento na tarde da segunda-feira. Ele não soube precisar o horário exato em que deixou a Praça Gabino Besouro, em Arapiraca, no dia 16 de dezembro de 1998 - quando aconteceu o crime - no local onde teria visto o acusado.
Em um primeiro momento Novaes assinou uma declaração de 1999 em um cartório de Arapiraca declarando que ficou na praça das 19 às 22 horas. Durante o julgamento, ele disse que ficou no local apenas das 19 até às 19h30. “Faz muitos anos, por isso me confundo”, disse a testemunha que afirmou não se recordar de ter prestado informações contidas no documento.
Indagado pelo juiz André Granja a que horas encontrou José Alexandre, o aposentado afirmou que chegou ao local às 19 e ficou até às 19h30 e que viu o acusado na praça junto com uma “turma”. A testemunha colocou também que não falou com José Alexandre, mas garantiu que outras pessoas também viram o acusado.
“A que horas o senhor estava na praça? A que hora chegou em casa”, perguntou o procurador da República, Rodrigo Tenório à testemunha, que disse não se recordar.
Já o militar Aloísio Neves dos Santos e José Roberto Souza Veras também afirmaram ter visto José Alexandre na praça Gabino Besouro no dia do crime. Santos afirmou que ficou na praça até ás 23h e ainda, que conhece os dois acusados.
“Vi José Alexandre assim que cheguei na praça, por volta das 19h e falamos sobre o crime. Não vi José Alécio”, contou, destacando que na praça havia de 5 a 6 pessoas e que não viu Edmilson Gomes de Novaes, que também testemunhou a favor dos acusados.
No entanto, o militar disse que como Edmilson mora perto da praça, pode ter chegado depois. Ainda de acordo com ele, José Alexandre ficou um tempo em Arapiraca, após o crime. Já José Roberto Souza Veras disse conhecer José Alexandre há mais de 20 anos. De acordo com ele, Aloísio e Edmilson estavam juntos na praça, às 17:50, horário que não condiz com o depoimento anterior, que inicialmente, seria 19:50.
José Roberto disse que passou de carro pela praça e soube do crime através de um amigo chamado Eliezer e depois, que soube da notícia da chacina pelo rádio. Talvane Albuquerque foi médico de seus três filhos. A testemunha lembrou que Ceci Cunha era muito conhecida no município.
“É normal pedir apoio político e foi o que Talvane fez na época. Ninguém comentou que ele teria que assumir após a morte da deputada”, destacou ele, que disse ainda, não lembrar de ter ido a um cartório em 9 de agosto de 1999 assinar uma declaração com um depoimento a favor dos acusados.
Acusados
Ainda na tarde do dia 16, José Alexandre, prestou esclarecimentos no tribunal. Ele disse ter sido torturado por agentes da Polícia Federal do Maranhão e sofrido abuso sexual para confessar, em um vídeo, que Talvane Albuquerque foi o mandante do crime. Ele contou que os agentes afirmaram que eram o “pessoal do Renan Calheiros”.
No dia 10 de fevereiro de 1999 o acusado teria prestado um depoimento dizendo que estava em casa no dia do crime e não na praça mencionada pelas testemunhas. José Alexandre disse que era inocente e que Mendonça Medeiros também foi espancado para dar detalhes do crime.
Na noite de segunda-feira, Mendonça Medeiros negou participação do crime, apesar da exibição de um vídeo onde confessa ter participado da “Chacina da Gruta”. Ele afirmou ter sido torturado, chegando a desmaiar. O acusado disse que no dia do crime estava em Maceió onde pediria ao então deputado Talvane Albuquerque para voltar a trabalhar em seu hospital.
Na manhã do dia 17 Jadielson negou participação no crime e chamou a irmã de Ceci de irresponsável. Ele disse que sofreu pressão dos agentes da Polícia Federal para confessar a participação na chacina. Ele afirmou que no dia do assassinato estava indo a Arapiraca levar o filho do ex-parlamentar Talvane Albuquerque.
Jadielson contou que soube do crime pelo rádio e que quando as acusações começaram, teve medo de ser preso e por isso saiu da capital. O juiz leu trechos do depoimento do acusado após sua prisão sobre a conversa entre Talvane e o pistoleiro Maurício Guedes - Chapéu de Couro - que teria se negado a participar do crime, que valeria R$ 200 mil. Jadielson disse se tratar de uma conversa para contratação de seguranças, já que o deputado havia descoberto um plano para assassiná-lo.
Na tarde do dia 17, Alécio César Alves Vasco, que é ex-motorista de Albuquerque, contou no tribunal que nunca comprou armas e nem o Fiat Uno que teria sido utilizado para ir até o local do crime.
Autor intelectual
Talvane Albuquerque confirmou ter ligação com Chapeu de couro e negou ser o mandante da chacina. Ele disse que não era amigo de Ceci Cunha, mas que não sentia ódio por ela e acusou o ex-governador Manoel Gomes de Barros, o Mano, e quatro policiais pelo crime.
Segundo Albuquerque, a motivação do crime seria a desistência de Ceci de disputar as eleições em 1998 como vice-governadora de Mano para se candidatar a deputada federal. Com isso, a deputado teria quebrado um acordo equivalente a R$ 2 milhões para ser vice de Mano.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

E AÍ MENGO?

Qual é a do Flamengo?


Flamengo
Aqui, neste nosso espaço, já fiz elogios a forma de trabalhar da presidente Patricia Amorim, sempre na dela, discreta e fazendo as coisas para se ter um Flamengo forte. Foi assim em 2011, pena que os resultados para tanto investimento ficaram no vento. Só um titulo - Carioca -  caixa ainda vazio. No fim do ano deu pinta que poderia ficar com o Brasileiro, mas jogadores fundamentais, não renderam o que se esperava, como Ronaldinho e Thiago Neves. A vaga para Libertadores foi um prêmio e não podemos falar que o ano foi um fracasso, creio que poderia ser melhor, mas estar na competição internacional não deixa de ser uma conquista e deu aos torcedores a esperança de novas boas contratações. Na zaga, no meio e ataque. Vieram duas: Magal e Itamar.
Sempre respeitando o profissional, mas também fazendo a analise. Não sei o critério de algumas coisas que acontecem lá. No ano passado Jael. Tava na cara que não iria dar em nada e agora estes dois. Itamar é jogador rodado, passou pelo Goiás, Palmeiras e São Paulo. Saiu do Brasil em 2002 atuou por quatro equipes da Coréia do Sul, duas no México e estava no Catar. Tem 31 anos. Pode dar certo, pode, mas com o currículo e lembrando de como foi no Brasil, com 10 anos a menos, a probabilidade é pequena.
Magal tem 24 anos, vem no Guaratinguetá, antigo Americana. Com o nome da segunda cidade, no ano passado esteve no paulista e na campanha razoável na serie B, do Brasileiro. É mais uma aposta na lateral esquerda. Não dá para dizer se vai jogar bem, e para apostar prefiro em gente da categoria de base. Apesar do Negueba e Diego Maurício até agora terem jogado bem pouquinho, no time principal.
A boa notícia é que Thiago Neves deve ter sua renovação anunciada nesta segunda. É pouco, para quem tem problemas dentro e fora de campo. Wellinton terminou o ano jogando pouquinho e voltou mais gordinho. Ronaldinho nos primeiros treinos, só trabalhou pela metade, uma tal de insônia o perturbou dois dias e por isso precisou dormir pela manhã. Coisas do Flamengo. Grande patrocinador, nada.
Senhora presidente, está na hora de começar o ano de 2012. Além do mais, é ano de eleição e acho que o torcedor não está tão otimista neste janeiro, como foi no passado. Mesmo com grande contratações, o time teve um rendimento de 45, 50%, pouco para o Flamengo. Vanderlei Luxemburgo também precisa voltar a ser o velho Vanderlei, anda muito ausente, no que se refere aos problemas fora de campo, que todos na Gávea sabem que existem, com pelo menos uns cinco jogadores.
Sem as peças ideais, tem de fazer as atuais jogarem mais e isto também é responsabilidade do treinador. Se olharmos para o rival Fluminense, que também vai disputar a Libertadores, vamos enxergar um grupo bem melhor. Isto é ainda mais preocupante para o torcedor rubro-negro.

VALEU RUBINHO!!!!!!!!!!!

O último piloto brasileiro

Fim de uma era
Simplesmente vimos o adeus do último piloto, de verdade! Aquele que chora, que tem a emoção à flor da pele, que ama correr mais do que a si próprio. Dinheiro não interessa, apenas o esporte. O sentido da vida é acelerar, mesmo que não consiga chegar em primeiro... Sente o vento, a emoção, a pressão. Aquilo é seu oxigênio.
O último piloto que dividiu uma curva na Fórmula 1 com Senna, Prost e Schumacher, provavelmente os maiores de todos os tempos. Viu esses gênios do melhor lugar, ao lado, dentro da pista. O último que não pede bênção para um assessor antes de falar, que deixa o coração aberto em um meio onde as punhaladas são tão bem calculadas como os carros, que já não exigem como antes.

Pilotou com câmbio manual, pneus de todos os jeitos e viu a morte de perto. Pode não ter levado um título, mas e daí? Button levou, Raikonnen também e nenhum será lembrado com tanto carinho. Suportou brincadeiras e topou tudo com um sorriso no rosto, como se estivesse dizendo: eu faço o que amo, e vocês? O automobilismo brasileiro ficou orfão, de novo, depois de tantos anos.

Foi o último suspiro de uma era. Foi o último que esteve em meio aos maiores...
É possível que descubra fora da pista alegrias tão grandes ou maiores. Filhos, esposa, família. Mas nós, brasileiros, que amamos esse esporte e ainda mais nossos heróis, vamos chorar...

Quem brincou com você vai dizer aos netos o quanto foi grande, importante. Quem sabe, um dia, vão pedir desculpas por tudo o que falaram. Mas quer saber, deixa falar, você é o cara. A cara do Brasil na pista há quase vinte anos, desde aquela curva em 94.

Você assumiu, cedo, novo, a responsabilidade de substituir um gênio. Aprendeu que gênios são insubstituiveis. Assim como você. Choramos juntos as vitórias, nos revoltamos com as ordens tiranas e sonhamos também. Seja feliz, assim como nós fomos. Mas, infelizmente, não podemos desejar o mesmo para o esporte, que não tem mais você...

TERRA DE MALBORO!!!!

Empresário é executado a tiros dentro de loja de fogos

Faleceu na Unidade de Emergência do Agreste, em Arapiraca, Agreste de Alagoas, o empresário do ramo de fogos de artifício, Marcos Valença da Silva. Ele era proprietário da empresa “Só Fogos”. O crime foi registrado na tarde desta segunda-feira (16) na Avenida Rio Branco, em Arapiraca.
“Marcos dos Fogos”, como era mais conhecido, foi alvejado com quatro tiros na cabeça, dentro de sua loja. Um filho da vítima ainda levou o pai, em seu próprio carro, até o hospital, onde ele faleceu.
Testemunhas relataram que dois homens em uma moto foram os autores do crime. Um deles, o atirador, estava sem capacete, e chegou a entrar na loja onde atirou na vítima. Já o comparsa permaneceu na moto e não retirou o capacete.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Bandas Alagoanas em Festivais nacionais

Bandas alagoanas se apresentam em festivais nacionais; confira programação

Barba de Gato se apresentará em festival de Blues
As bandas alagoanas My Midi Valentine e Barba de Gato foram convidadas pelo Banco do Nordeste para participarem da programação de festivais musicais promovidos pelos Centros Culturais do BNB de Fortaleza (CE) e Souza (PB).
A My Midi Valentine vai se apresentar no VI Festival Rock-Cordel, que acontece no período de 10 a 28 de janeiro, reunindo mais de 120 bandas de vários estados do país, e uma programação com 60 atividades artísticas entre shows, debates, oficinas, cursos, literatura e cinema. A banda alagoana faz sua apresentação no próximo dia 19, no CCBNB – Souza, às 20h, e no dia 27 de janeiro, às 15h25, no CCBNB de Fortaleza.
Já a Barba de Gato foi convidada para o II Festival de Blues do Nordeste, que acontece em fevereiro, em Fortaleza. O show será no dia 11 de fevereiro, às 15h30, no CCBNB de Fortaleza.
O gerente executivo, em exercício, do CCBNB – Fortaleza, André Luís de Meireles Marinho, destaca que esses festivais são iniciativas do Centro Cultural Banco do Nordeste, “constantemente atento aos eventos do gênero realizados durante o ano em outros palcos do cenário nordestino, que visam incentivar e desenvolver o mercado musical, reafirmando que a cena da região é caracterizada, acima de tudo, pelo pluralismo, pela diversidade de propostas, formações, influências, tendências e estágios de maturação”.
Em relação às bandas alagoanas, ele ressalta a qualidade musical e a oportunidade de elas darem visibilidade a seus trabalhos, além do intercâmbio com os outros músicos e produtores presentes, o que geralmente desencadeia novos projetos.

Reggae no Jaraguá

Reggae - O reggae vai invadir o histórico bairro de Jaraguá. A partir das 22h, no dia 25 de janeiro, acontece o show de gravação do primeiro DVD do DJ Rey Roots. A noite ainda conta com a sonoridade dos DJs Thuppa, Nene Roots, Mousa Pedra, Djavan Roots e muito mais. No espaço Reggae Night (Praça Dois Leões, em Jaraguá). Mais informações: 3235-6950.

Capital Inicial em Maceió!

Capital Inicial - Confirmado para o próximo dia 29, na casa Vox Room (estacionamento de Jaraguá), o show da banda que está percorrendo o Brasil cantando antigos sucessos e músicas do novo trabalho, Das Kapital. Os ingressos custam R$ 40 (estudante), R$ 80 (front stage) e R$ 120 (lounge Gasoline).  Vendas nas lojas Gasoline, Aureus, Maceió Ingressos e Folia Brasil. Mais informações: 3034-3282.