From Crackle:
Alho mill
DDA MOBILE IDEAS
quarta-feira, 4 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
GANGUE NA INGLATERRA É PRESA POR GOLPES NO ITUNES
Gangue britânica é presa por dar golpe no iTunes e na Amazon
Os criminosos usavam cartões de crédito roubados para comprar as próprias músicas Membros de uma gangue britânica estavam usando cartões de crédito roubados para comprarem as próprias músicas no iTunes e na Amazon, em um golpe para ganharem mais royalties. As informações são da BBC. Cinco pessoas de Kent, Derby, Birmingham e Wolverhampton, na Inglaterra, foram presas, sendo que uma delas foi para uma instituição para menores infratores.
Os líderes do golpe, Craig Anderson e Edwin Road, compraram 24 laptops idênticos, obtiveram milhares de dados de cartões de créditos roubados ou ilegais e recrutaram ajudantes para comprar músicas que subiram para o site para gerar royalties. Isso explorava um sistema em que os músicos recebem royalties diretamente das lojas online, pagando uma taxa ao distribuidor. O golpe foi aplicado entre janeiro de 2008 e junho de 2009, somando cerca de US$ 1,5 milhões de prejuízo para a Amazon e o iTunes. Os membros da gangue usavam músicas de amigos e conhecidos no esquema. Isso resultou em uma pena de dois anos de cadeia para um ex-professor que se declarou culpado das acusações de conspiração.
O grupo foi pego quando o iTunes investigou uma alta de pagamentos de royalties para artistas desconhecidos de Wolverhampton, Inglaterra, em um ritmo mais comumente associado a estrelas da música como Madonna.
Os líderes do golpe, Craig Anderson e Edwin Road, compraram 24 laptops idênticos, obtiveram milhares de dados de cartões de créditos roubados ou ilegais e recrutaram ajudantes para comprar músicas que subiram para o site para gerar royalties. Isso explorava um sistema em que os músicos recebem royalties diretamente das lojas online, pagando uma taxa ao distribuidor. O golpe foi aplicado entre janeiro de 2008 e junho de 2009, somando cerca de US$ 1,5 milhões de prejuízo para a Amazon e o iTunes. Os membros da gangue usavam músicas de amigos e conhecidos no esquema. Isso resultou em uma pena de dois anos de cadeia para um ex-professor que se declarou culpado das acusações de conspiração.
O grupo foi pego quando o iTunes investigou uma alta de pagamentos de royalties para artistas desconhecidos de Wolverhampton, Inglaterra, em um ritmo mais comumente associado a estrelas da música como Madonna.
IRON MAIDEM COM NOVO DVD
Em novo DVD, Iron Maiden oferece boa experiência de gravação ao vivo
Riqueza de detalhes de En Vivo!, novo álbum do Iron Maiden, evidencia carinho da banda com os fãs Em um primeiro momento podemos associar a ideia de lançar mais um álbum ao vivo com o simples intuito de retorno financeiro. Mas bastam duas ou três canções de En Vivo! para percebemos que a intenção do Iron Maiden com o produto é muito mais nobre.
En Vivo! retrata a apresentação do Iron Maiden no Estádio Nacional de Santiago, no Chile, realizada no dia 10 de abril de 2011, durante a The Final Frontier Tour, que passou pelo Brasil na mesma época. Filmado por 22 câmeras de alta definição, En Vivo! permite ao telespectador ângulos não convencionais, e o uso de cortes diferenciados e imagens sobrepostas faz com que possamos acompanhar os diversos integrantes da banda simultaneamente.
Mas, apesar da performance intensa da banda liderada por Bruce Dickinson, o show em si não é o grande mérito do CD/DVD. O destaque de En Vivo! é Behind the Beast, documentário que acompanha o show.
Produzido pela própria equipe da banda e seguindo a premissa de Flight 666, que acompanha a primeira parte da turnê Somewhere Back In Time World Tour, Behind the Beast foi construído com todo o cuidado, dando voz aos anônimos que trabalham em uma apresentação do Iron Maiden: técnicos de som, camareiras, figurinistas e produtores locais lançam seu olhar sobre a turnê, mostrando aos fãs o trabalho necessário para a realização do show, além de imagens de backstage.
Há, também, momentos inusitados, como a busca por bombas no camarim de Jacarta ou terremotos no Japão que fizeram com que a banda cancelasse os shows de Tóquio. A perna brasileira da The Final Frontier Tour aparece com as imagens do show no Morumbi, e a curiosa passagem da banda por Belém, onde a chuva atrapalhou a montagem do palco. A aparição no Rio de Janeiro, onde a barreira de proteção do público cedeu, adiando a apresentação, não é abordada.
Deixando preferências de lado, Iron Maiden - En Vivo! é um trabalho recomendado para todos os fãs, retratando umas bandas mais importantes de um gênero que, acreditem, tem tudo para ser eterno.
Iron Maiden - En Vivo!
Gravadora: EMI Brasil
Preço Médio: CD duplo - R$ 34,90 / DVD duplo - R$ 54,90 / Blu-ray - R$ 79,90
Tracklist:
1) "Satellite 15"
2) "The Final Frontier"
3) "El Dorado"
4) "2 Minutes to Midnight"
5) "The Talisman"
6) "Coming Home"
7) "Dance of Death"
8) "The Trooper"
9) "The Wicker Man"
10) "Blood Brothers"
11) "When the Wild Wind Blows"
12) "The Evil That Men Do"
13) "Fear of the Dark"
14) "Iron Maiden"
15) "The Number of the Beast"
16) "Hallowed Be Thy Name"
17) "Running Free"
En Vivo! retrata a apresentação do Iron Maiden no Estádio Nacional de Santiago, no Chile, realizada no dia 10 de abril de 2011, durante a The Final Frontier Tour, que passou pelo Brasil na mesma época. Filmado por 22 câmeras de alta definição, En Vivo! permite ao telespectador ângulos não convencionais, e o uso de cortes diferenciados e imagens sobrepostas faz com que possamos acompanhar os diversos integrantes da banda simultaneamente.
Mas, apesar da performance intensa da banda liderada por Bruce Dickinson, o show em si não é o grande mérito do CD/DVD. O destaque de En Vivo! é Behind the Beast, documentário que acompanha o show.
Produzido pela própria equipe da banda e seguindo a premissa de Flight 666, que acompanha a primeira parte da turnê Somewhere Back In Time World Tour, Behind the Beast foi construído com todo o cuidado, dando voz aos anônimos que trabalham em uma apresentação do Iron Maiden: técnicos de som, camareiras, figurinistas e produtores locais lançam seu olhar sobre a turnê, mostrando aos fãs o trabalho necessário para a realização do show, além de imagens de backstage.
Há, também, momentos inusitados, como a busca por bombas no camarim de Jacarta ou terremotos no Japão que fizeram com que a banda cancelasse os shows de Tóquio. A perna brasileira da The Final Frontier Tour aparece com as imagens do show no Morumbi, e a curiosa passagem da banda por Belém, onde a chuva atrapalhou a montagem do palco. A aparição no Rio de Janeiro, onde a barreira de proteção do público cedeu, adiando a apresentação, não é abordada.
Deixando preferências de lado, Iron Maiden - En Vivo! é um trabalho recomendado para todos os fãs, retratando umas bandas mais importantes de um gênero que, acreditem, tem tudo para ser eterno.
Iron Maiden - En Vivo!
Gravadora: EMI Brasil
Preço Médio: CD duplo - R$ 34,90 / DVD duplo - R$ 54,90 / Blu-ray - R$ 79,90
Tracklist:
1) "Satellite 15"
2) "The Final Frontier"
3) "El Dorado"
4) "2 Minutes to Midnight"
5) "The Talisman"
6) "Coming Home"
7) "Dance of Death"
8) "The Trooper"
9) "The Wicker Man"
10) "Blood Brothers"
11) "When the Wild Wind Blows"
12) "The Evil That Men Do"
13) "Fear of the Dark"
14) "Iron Maiden"
15) "The Number of the Beast"
16) "Hallowed Be Thy Name"
17) "Running Free"
TIM MAIA É EXUMADO
Parte do corpo de Tim Maia é exumada
No Rio de Janeiro, peritos do IML recolheram fêmur do cantor para teste de paternidadeA autorização para a exumação do corpo de Tim Maia foi dada pela Justiça em 2010, a pedido de uma mulher que diz ser filha do cantor. A família de Maia recorreu da decisão, afirmando que os próprios familiares poderiam fornecer material para o exame de DNA. Em 2011, a Justiça negou o recurso.
Tim Maia morreu em março de 1998, aos 55 anos. “Sossego” e “Azul da Cor do Mar”, duas das dezenas de composições de sucesso do músico, estão na lista de 100 maiores músicas brasileiras da Rolling Stone Brasil (“Primavera”, de Cassiano e Silvio Rochael, mas interpretada por Tim, também está). Ele está no nono lugar em nossa lista de 100 maiores artistas da música brasileira.
AXL ROSE TEM ÓDIO DO SLASH
Slash diz: “Axl Rose tem ódio mortal de mim”
Guitarrista fala dos motivos pelos quais o Guns N' Roses não vai tocar na introdução da banda ao Hall da Fama do Rock Quando o Guns N' Roses for introduzido ao Hall da Fama do Rock, em 14 de abril, ninguém sabe exatamente o que mais vai acontecer – e isso inclui Slash. "Esse é um assunto sobre o qual eu estou super de saco cheio de falar", diz o guitarrista. "Todo mundo tem me perguntado o que vai acontecer e eles sabem tanto quanto eu. Eu acho que você é totalmente obrigado a estar presente e eu ia amar poder tocar, mas isso é algo que não vai rolar, por alguma razão.”
Slash, o baixista Duff McKagan e o baterista Steven Adler estão todos comprometidos e irão à cerimônia em Cleveland, mas não se sabe se o guitarrista Izzy Stradlin ou Axl Rose estarão presentes. Um grande problema para Axl pode ser a presença de Slash, quem ele chamou de um "câncer" em 2009.
"Ele tem ódio mortal de mim", diz Slash. “É por causa de muitas coisas diferentes, eu nem sei. Não há nenhuma comunicação entre nós. Eu falo com Duff e Steven, mas quando se trata do velho Guns N' Roses, não tem exatamente alguém que tome decisões."
Slash recentemente fez as pazes com o ex-frontman do Velvet Revolver Scott Weiland ao ponto que o grupo pôde se reunir para um set de quatro músicas em um show beneficente realizado há três meses em Los Angeles. "Foi ótimo ver Scott", diz Slash. "Eu não o via fazia um tempo. Ele cantou muito e depois todos nós demos apertos de mão e fomos embora."
Fora esse show casual, o Velvet Revolver está completamente parado desde que Scott Weiland saiu do grupo em 2008. "A gente tem procurado vocalistas e conversamos regularmente”, diz Slash. "De vez em quando, Duff e eu nos reunimos em bastidores e fazemos testes. Então ainda estamos ativos."
Os ensaios têm sido conduzidos geralmente em segredo, embora o fato de que eles estavam considerando contratar Corey Taylor, do Slipsknot, tenha vazado para a imprensa. “Teve um ensaio com Corey", diz Slash. "Foi uma sessão de composição e não deu em nada, na verdade. Foi mais minha culpa do que qualquer outra coisa, porque fiquei pensando ‘não sei se essa é a coisa certa'. Corey é obviamente um frontman do caralho e um ótimo cantor, mas é um estilo diferente do que eu tinha em mente para o Velvet."
Nesse meio tempo, Slash está focando em seu álbum solo Apocalyptic Love, que chega às lojas em 22 de maio. Diferente do que fez com sua estreia na carreira solo, o disco de 2010 Slash, que foi gravado com um elenco rotativo de estrelas no microfone, Myles Kennedy, do Alter Bridge, canta em todas as faixas deste trabalho. Eles se conheceram há alguns anos, quando Kennedy foi recrutado para cantar em uma das músicas de Slash. O guitarrista ligou para ele quando soube que Kennedy fez teste para cantar na turnê que o Led Zeppelin planejava para 2008 (que acabou nunca acontecendo). "Pensei ‘esse cara deve ser muito bom’", diz Slash. "Jimmy Page estava ligando para ele!"
Em 2010, Slash fez uma intensa turnê mundial com Kennedy, o baixista Todd Kerns e Brent Fitz. "Eu não conhecia nenhum deles naquela época", conta Slash. "Acabou que foi uma daquelas coisas que tem uma chance em um milhão. Eles foram um dos grupos de rock mais fodas com quem já trabalhei. Então pensei ‘vou fazer outro disco, vou fazer com esses caras'. E foi isso que aconteceu." Os músicos compuseram as canções de Apocalyptic Love nos momentos de folga da turnê. "Quando eu tinha ideias, gravava tudo no meio da noite no quarto de hotel ou no ônibus", comenta Slash. "Aí mandava por e-mail para Myles e na passagem de som, no camarim, ou onde fosse, a gente começava a debater essas ideias. No fim da turnê a gente tinha tipo 20 músicas." Eles gravaram o disco no final de 2011 e no começo deste ano, depois de Kennedy terminar a turnê com o Alter Bridge. "Ele tem uma ótima ética de trabalho", afirma Slash. "Ele não sabe o que fazer da vida quando não está ocupado."
O grupo começa uma excursão pelos Estados Unidos em maio e, se a apresentação de aquecimento que fizeram em Toronto no dia 23 de março for um termômetro, espere muitos clássicos no Guns N' Roses misturados a material solo e aparições de materiais da carreira solo, do Velvet Revolver e do Slash's Snakepit. “Algumas coisas são muito marca registrada do Guns, ao ponto de eu não querer mexer nisso. A gente conhece “Welcome To The Jungle”, já tocamos antes, mas não me sinto confortável. Mas há outros clássicos do Guns que me sinto bem tocando toda noite. O mesmo vale para o Velvet Revolver."
Após passar por fins de banda extremamente tumultuados com o Guns N' Roses e o Velvet Revolver, Slash está feliz de estar em um grupo que funciona de maneira pacífica. "Eu não sabia que podia ser tão fácil assim porque nunca tinha sido fácil assim para mim", diz Slash. "A inspiração que eu tinha para tocar e mandar bem toda noite era muito forte com esses caras. É isso que qualquer um quer. Os inconvenientes da vida na estrada são totalmente toleráveis quando não há uma bagagem desnecessária com a qual temos que lidar todo dia.”
Slash, o baixista Duff McKagan e o baterista Steven Adler estão todos comprometidos e irão à cerimônia em Cleveland, mas não se sabe se o guitarrista Izzy Stradlin ou Axl Rose estarão presentes. Um grande problema para Axl pode ser a presença de Slash, quem ele chamou de um "câncer" em 2009.
"Ele tem ódio mortal de mim", diz Slash. “É por causa de muitas coisas diferentes, eu nem sei. Não há nenhuma comunicação entre nós. Eu falo com Duff e Steven, mas quando se trata do velho Guns N' Roses, não tem exatamente alguém que tome decisões."
Slash recentemente fez as pazes com o ex-frontman do Velvet Revolver Scott Weiland ao ponto que o grupo pôde se reunir para um set de quatro músicas em um show beneficente realizado há três meses em Los Angeles. "Foi ótimo ver Scott", diz Slash. "Eu não o via fazia um tempo. Ele cantou muito e depois todos nós demos apertos de mão e fomos embora."
Fora esse show casual, o Velvet Revolver está completamente parado desde que Scott Weiland saiu do grupo em 2008. "A gente tem procurado vocalistas e conversamos regularmente”, diz Slash. "De vez em quando, Duff e eu nos reunimos em bastidores e fazemos testes. Então ainda estamos ativos."
Os ensaios têm sido conduzidos geralmente em segredo, embora o fato de que eles estavam considerando contratar Corey Taylor, do Slipsknot, tenha vazado para a imprensa. “Teve um ensaio com Corey", diz Slash. "Foi uma sessão de composição e não deu em nada, na verdade. Foi mais minha culpa do que qualquer outra coisa, porque fiquei pensando ‘não sei se essa é a coisa certa'. Corey é obviamente um frontman do caralho e um ótimo cantor, mas é um estilo diferente do que eu tinha em mente para o Velvet."
Nesse meio tempo, Slash está focando em seu álbum solo Apocalyptic Love, que chega às lojas em 22 de maio. Diferente do que fez com sua estreia na carreira solo, o disco de 2010 Slash, que foi gravado com um elenco rotativo de estrelas no microfone, Myles Kennedy, do Alter Bridge, canta em todas as faixas deste trabalho. Eles se conheceram há alguns anos, quando Kennedy foi recrutado para cantar em uma das músicas de Slash. O guitarrista ligou para ele quando soube que Kennedy fez teste para cantar na turnê que o Led Zeppelin planejava para 2008 (que acabou nunca acontecendo). "Pensei ‘esse cara deve ser muito bom’", diz Slash. "Jimmy Page estava ligando para ele!"
Em 2010, Slash fez uma intensa turnê mundial com Kennedy, o baixista Todd Kerns e Brent Fitz. "Eu não conhecia nenhum deles naquela época", conta Slash. "Acabou que foi uma daquelas coisas que tem uma chance em um milhão. Eles foram um dos grupos de rock mais fodas com quem já trabalhei. Então pensei ‘vou fazer outro disco, vou fazer com esses caras'. E foi isso que aconteceu." Os músicos compuseram as canções de Apocalyptic Love nos momentos de folga da turnê. "Quando eu tinha ideias, gravava tudo no meio da noite no quarto de hotel ou no ônibus", comenta Slash. "Aí mandava por e-mail para Myles e na passagem de som, no camarim, ou onde fosse, a gente começava a debater essas ideias. No fim da turnê a gente tinha tipo 20 músicas." Eles gravaram o disco no final de 2011 e no começo deste ano, depois de Kennedy terminar a turnê com o Alter Bridge. "Ele tem uma ótima ética de trabalho", afirma Slash. "Ele não sabe o que fazer da vida quando não está ocupado."
O grupo começa uma excursão pelos Estados Unidos em maio e, se a apresentação de aquecimento que fizeram em Toronto no dia 23 de março for um termômetro, espere muitos clássicos no Guns N' Roses misturados a material solo e aparições de materiais da carreira solo, do Velvet Revolver e do Slash's Snakepit. “Algumas coisas são muito marca registrada do Guns, ao ponto de eu não querer mexer nisso. A gente conhece “Welcome To The Jungle”, já tocamos antes, mas não me sinto confortável. Mas há outros clássicos do Guns que me sinto bem tocando toda noite. O mesmo vale para o Velvet Revolver."
Após passar por fins de banda extremamente tumultuados com o Guns N' Roses e o Velvet Revolver, Slash está feliz de estar em um grupo que funciona de maneira pacífica. "Eu não sabia que podia ser tão fácil assim porque nunca tinha sido fácil assim para mim", diz Slash. "A inspiração que eu tinha para tocar e mandar bem toda noite era muito forte com esses caras. É isso que qualquer um quer. Os inconvenientes da vida na estrada são totalmente toleráveis quando não há uma bagagem desnecessária com a qual temos que lidar todo dia.”
ROGER WATERS ,THE WALL SUPERA CONCEITO DE SHOW
Impecável, The Wall supera o conceito de show e Roger Waters apresenta espetáculo teatral e grandioso
Com uma espécie de estética circense de protesto, a apresentação do ex-baixista do Pink Floyd passou pelo estádio do Morumbi neste domingo, 1Não era necessário ser fã de longa data do Pink Floyd ou um profundíssimo conhecedor do icônico disco The Wall (1979) para apreciar a peça. Sim, porque o show lembrou mais um teatro. O setlist, claro, não se altera, não há qualquer surpresa: o disco é sempre tocado na íntegra e o roteiro foi seguido à risca, como se fosse uma daquelas óperas visualmente deslumbrante.
A ópera-rock foi composta majoritariamente a partir da vida de Waters, as letras tratam de temas pesados – abandono, medo, isolamento – e que foram captados magistralmente, transformados em imagens e exibidos por meio de uma combinação de projeções e cenografia, sendo que estas sempre interagiam de forma a envolver o Morumbi lotado nos dramas de Pink, o garoto que encara todos essas sensações arrebatadoras no álbum. À época do lançamento do disco, umas poucas dezenas de shows foram realizados – uma turnê caríssima que nunca viu a cor de um lucro. O espetáculo com o qual Waters viaja o mundo foi atualizado. Carrega em si aquelas emoções em seu modo mais primitivo para buscá-las dentro de um público de 2012, que continua tocado e vivendo em um mundo em que os temas originais persistem de forma bastante semelhante. As guerras a que ele faz referência são outras, mas a sensação despertada ao se assistir, por exemplo, a vídeos de crianças reencontrando seus pais recém-retornados da guerra continuam tão arrepiantes quanto poderiam ser na Segunda Guerra (fonte de inspiração original de Waters e conflito no qual morreu o pai do músico, que é devidamente homenageado também).
A sensação que o artista deixou ao final de duas horas de devaneios visuais coloridos, bandeiras, bonecos gigantes, animações e imagens tão fortes e carregadas de significados é que ele deu conta de algo que muitos tentam e poucos conseguem: dar vida e expressar visualmente de forma compreensível a todos seus mais profundos pensamentos, ideologias e teorias. O ponto alto, claro, era o muro, o tão comentado muro que serve de telão (um deles, já que há mais de um e em cada um são projetadas imagens diferentes). O muro que é atingido por um avião logo no começo, erguido e destruído parcialmente durante a performance impecavelmente.
Os temas de protesto abordados por Waters foram adaptados para os brasileiros. A homenagem a Jean Charles de Menezes, o brasileiro morto pela polícia em um metrô de Londres em 2005, teve destaque maior. Assim como em Porto Alegre e no Rio de Janeiro, o discurso de Waters (em um dos poucos momentos de fala dele, entre "Another Brick in the Wall Part 2" e “Mothers”), quase inteiramente dito em português, dedicou o show à família dele e de todos que foram vítimas de terrorismo de estado. O já famoso porco que sobrevoa o público durante “In the Flesh” – e que invariavelmente acaba destruído pelo público em um curto catártico - trazia dizeres como “- Copa + educação” e “O Brasil é laico”.
Apesar de fortemente teatral e poético em suas analogias, com muitas críticas à religião, comunismo, totalitarismo e políticas internacionais, o espetáculo, claro, é uma grande performance musical também, com Waters e banda, servidos de um som impressionantemente claro e limpo, entregando uma apresentação impactante. Sem dúvida, as faixas mais conhecidas do público deixaram certos momentos do show ainda mais espetaculosos. As três partes de “Another Brick in the Wall”, "Hey You" e “Comfortably Numb” se destacaram – mesmo com o coro das crianças de Heliópolis apenas dublando o áudio original. Esse som cristalino também reforçou a grandiosidade quando, por exemplo, durante “The Happiest Days of Our Lives”, os sons de helicópteros fizeram com que muita gente ficasse esquadrinhando o céu atrás da fonte do barulho. Não era questão de não saber que aquilo fazia parte da sonoplastia de The Wall, mas soava tão real que por reflexo o público ficou procurando pelas hélices em vão.
A megalomania que o Pink Floyd sempre teve em seus discos está mais do que bem representada nesta turnê. A experiência, que custou R$ 900 pra quem exigiu ver dos melhores lugares, é de marcar para o resto da vida. A deliciosa psicodelia usada para retratar o que tem de mais feio nas relações humanas deu vida ao disco e suas letras da forma mais grandiloquente que a imaginação humana poderia conseguir transformar em realidade palpável.
Roger Waters volta a cantar todas as faixas de The Wall na próxima terça, 3, também no Morumbi, em São Paulo.
AUSTRALIANA APÓS ESPIRRAR COLOCA 4 PINOS NO CRÂNIO
Australiana desloca duas vértebras após espirrar
Uma australiana de 28 anos deslocou duas vértebras depois de espirrar e foi submetida a uma delicada cirurgia, segundo informações do site local "Ninemsn".
"Quando espirrei, senti algo se mover e uma dor insuportável. Espirrei duas vezes e pensei ‘ai, meu Deus!’”, declarou Monique Jeffrey ao site. Naquele momento, ela conseguiu mexer apenas o braço direito e enviou uma mensagem ao seu marido pelo celular.
Reprodução/ NinemsnA mulher foi encaminhada a um hospital em Melbourne e inicialmente foi informada que o problema se restringia a um torcicolo. Mas, após seu braço formigar, os médicos perceberam que se tratava de algo mais grave. Ela foi submetida a uma tomografia e o exame mostrou que duas vértebras estavam foram do lugar.
A australiana passou por uma cirurgia que colocou quatro pinos no seu crânio e agora terá de usar um aparelho de proteção por três meses para que o pescoço volte ao normal.
A intervenção foi feita sem anestesia e, segundo Monique, foi “pior que trabalho de parto”.
"Quando espirrei, senti algo se mover e uma dor insuportável. Espirrei duas vezes e pensei ‘ai, meu Deus!’”, declarou Monique Jeffrey ao site. Naquele momento, ela conseguiu mexer apenas o braço direito e enviou uma mensagem ao seu marido pelo celular.
Reprodução/ NinemsnA mulher foi encaminhada a um hospital em Melbourne e inicialmente foi informada que o problema se restringia a um torcicolo. Mas, após seu braço formigar, os médicos perceberam que se tratava de algo mais grave. Ela foi submetida a uma tomografia e o exame mostrou que duas vértebras estavam foram do lugar.
A australiana passou por uma cirurgia que colocou quatro pinos no seu crânio e agora terá de usar um aparelho de proteção por três meses para que o pescoço volte ao normal.
A intervenção foi feita sem anestesia e, segundo Monique, foi “pior que trabalho de parto”.
Assinar:
Postagens (Atom)